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Após a possibilidade de expandir veto a eletrônicos para a Europa, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) afirma que a decisão ainda não foi confirmada — embora ainda seja cogitada.

Apesar de a proibição de grandes dispositivos eletrônicos em cabines em voos para os Estados Unidos não tenha sido confirmada, medidas a fim de garantir ainda estão sendo debatidas, afirmou o secretário do DHS, John Kelly. Em conversa com o comissário europeu de Assuntos Internos, Dimitris Avramopoulos, ambos concordaram na necessidade de aumentar a segurança da aviação mundial.

A repercussão da possibilidade, claro, não foi boa. O trade local questionou as motivações para a extensão do veto, que atualmente é destinada apenas a “países de risco”. Além disso, companhias aéreas já agiram para minimizar o inconveniente. É o caso da Qatar Airways, que disponibilizou gratuitamente notebooks para seus viajantes.

De acordo com o Airports Council International Europe, ao todo são realizados mais de 3,6 mil voos semanais da Europa para os Estados Unidos — sendo que de 60% a 90% dos passageiros transportam notebooks nas cabines.

*Fonte: Travel Weekly